A importância da sustentabilidade para o comércio (parte 3)

A importância da sustentabilidade para o comércio (parte 3)

Sustentabilidade é, sobretudo, transparência. É esta a ideia de Hugo Bizarro, marketing manager da Reviva e profissional ouvido pelo Green Savers nesta trilogia de reportagens sobre a importância da sustentabilidade para o comércio angolano.

“É impossível haver sustentabilidade sem comunicação, honestidade e frontalidade. Todos estes são, para nós, sinónimos de transparência”, explicou o responsável. Para a Reviva, a sustentabilidade tem de nascer de dentro para fora. “Deve nascer de dentro das organizações, fruto de uma preocupação genuína com o futuro, caso contrário estaremos apenas a enganarmo-nos a nós próprios”, continuou o responsável.

Hoje, sustentabilidade tornou-se na palavra do politicamente correcto – não há empresa e marca que não a use vezes sem conta, com ou sem razão. “Faz parte do léxico das empresas, mas é nossa forte convicção que as empresas que não sentem verdadeiramente este tema – e não o vivem de forma transparente – estão condenadas a curto e médio prazo”, esclareceu.

Numa época em que o greenwash (mentir sobre as características ambientais dos produtos) é rei – mas não tanto como nos anos 90 – há empresas que o combatem com uma preocupação com as matérias-primas, tratamento de resíduos e respeito e valorização dos colaboradores. E se estas acções são difíceis em mercados mais evoluídos, representam autênticos passos de gigante em economias como a angolana.

Nada que assuste a Reviva. “Dificilmente encontrarão, em Angola, uma unidade industrial de produção de detergentes como a nossa”, alerta Hugo Bizarro. À medida que os anos passam, marcas como a Reviva evoluem e vão-se especializando por categorias e oferecem aos consumidores produtos mais concentrados, unindo sustentabilidade ambiental à poupança económica e toda uma outra realidade para os consumidores.

“[Todas os nossos produtos] oferecem aos consumidores produtos mais concentrados e que permitem uma redução dos recursos usados – neste caso a água -, e respectivos desperdícios. A performance superior é aliada a uma poupança ao nível do litro por quilo, ou seja, os detergentes mais compactos e pequenos permitem uma maior duração e utilização por parte dos consumidores, com melhores resultados”, concluiu o responsável.

Este artigo faz parte de um trabalho alargado sobre a forma como as empresas angolanas olham para a sustentabilidade. Pode ler a primeira e segunda parte do trabalho. 

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